Meu nome é Maria Rita, 40 anos, 1,58m, 64Kg, branca, olhos castanhos
escuros, cabelos loiros, lisos e abaixo dos ombros. Seios médios, pernas
grossas, bumbum grande, carnudo e redondinho. A minha secretária é
Valnice, 20 anos, 1,62m, 57Kg, branca, olhos pretos, cabelos castanhos
escuros, ondulados e compridos. Seios grandes, pernas torneadas, bumbum
durinho, carnudo e redondinho.
Ela trabalha para mim há três anos. Cuida da minha agenda e
auxilia-me nas vendas de roupas femininas e lingeries. Uma gracinha…
Toda menininha e angelical! Muitas pessoas pensam que ela é minha filha.
Damo-nos muito bem… Minha família adora-a! Sou casada há 22 anos com
Olavo. Temos três filhos. Um menino, doze anos, e gêmeas, dez anos.
Estudam em período integral.
Valnice é uma das filhas da Filó, empregada da mamãe há vinte anos.
Praticamente, a vi nascer. O tempo passou… Ela cresceu e despertou-me
desejos. Quando nos víamos, elogiava-me, acarinhava-me nos cabelos,
abraçava-me e permitia que eu sentisse seu corpo colado ao meu… Eu a
correspondia e ficava excitada! O jeitinho meigo e o sorriso encantador
conquistaram-me de vez… Descobri-me atraída por ela! Nos momentos
íntimos, até mesmo fazendo amor com meu marido, ela vinha nos meus
pensamentos. Não enxerguei, na diferença de idade, um problema. Usei a
meu favor… Chamei-a para trabalhar comigo. Ela aceitou. A mamãe dela e
toda a minha família ficaram felizes. Val receberia salário, ajudaria em
casa e seria uma forma de tê-la por perto… Ver o que realmente eu iria
sentir! Deu certo.
Questionava-me se era apenas carência de afetos ou se realmente
estava apaixonada… Sentia-me boba e deslumbrada por ela! Tornou-se
comum, na minha cabeça, sentir impulsos para agarrá-la e, logo em
seguida, o medo e a insegurança me dominar… Ficava travada e com
sentimento de fracasso! Aí, eu me fechava e não conseguia nem falar
direito.
Confesso que a minha insatisfação sexual e carência de intimidades,
com meu marido, enxergaram na Val possibilidades de me realizar como
fêmea. Não posso negar que, desde minha adolescência, tinha curiosidades
de estar na cama com uma mulher. Casei-me cedo. Tive filhos. A correria
do dia-a-dia e o meu comodismo adormeceram esta vontade.
Procurei acreditar em mim e dei forças para meus desejos e taras…
Cheguei a ensaiar, no meu quarto, sozinha, a maneira de abordá-la para
tê-la nos meus braços. Val adorava ficar olhando minhas roupas e
lingeries. Quase sempre, pedia-me para experimentar as minhas roupas. Eu
deixava e ficava babando por ela. Foi aí que eu tive a idéia.
Presenteei-a, quando fez 18 anos, com algumas roupas e lingeries. Mas é
claro que não perdi a chance de vê-la experimentar cada peça! Ficamos no
quarto e foi só alegria. (risos) Entrei na farra… Vesti lingeries para
ela ver como ficavam! Quando demos conta, estávamos nuas, nos beijando e
rolando na minha Box. Uma tarde inesquecível!
Valnice disse-me que sente prazer ao me chamar de senhora. Pensando
bem, me dá sensação de poder sobre ela… Sei lá! (risos) Bom, não irei
ficar me alongando. Fica cansativo para ler, não é? Então, deixe-me
voltar ao momento íntimo que estava contando. Boa leitura e muito
obrigada por estar lendo. Ao final, se quiser, vote e comente… Beijos!
Eu estava deitada, de barriga para cima e pernas abertas, na minha
cama Box. Bumbum sobre almofada. (facilita os carinhos na xaninha! –
risos) Recebia lambidas na vagina. A língua da Val, sapeca e muito
arteira, agraciava-me nos grandes e pequenos lábios. No clitóris. O
calor da respiração, batendo na porta da minha vagina, deixava-me
looouca! Beijos de língua, na xaninha, são tudo de bom! Tem coisa melhor
do que ser lambida? Eu ainda não descobri:
- Chupe-me… Chupe… Isso, bonequinha… Você é maravilhosa!
- Que boceta docinha a senhora tem!
Mordi meu lábio inferior da boca, cerrei os olhos e virei o pescoço
para o lado. Contorci-me na cama macia! Rosto e corpo queimavam de
prazer. Os seios, inchados. Val estava de quatro… Eu conseguia ver seus
cabelos e sua pele, branquinha e arrepiadinha, das costas… Coisa mais
linda! Adoro observá-la ao me chupar. Quando ela me olha e sorri,
sinto-me valorizada! Ela tem um sorriso contagiante. Fica tão sexy no
meio das minhas pernas! Val joga os cabelos para o lado e abocanha-me.
Seu rosto fica todo melecado de suor e líquidos da minha vagina.
Ajudei-a abrindo com os dedos, indicador e médio, a vagina. Sinto prazer
em me arreganhar:
- Aaaai… Aaaai… Você me chupa tão gostoso, sua putinha!
Eu apertei a pele que recobre meu clitóris, revelando-o. Ofereci a
ela. Pulsava… Val lambeu… E eu? Vi estrelas! Ondas de calor e contrações
fizeram-me fechar as pernas e espetar as coxas nos brincos. Ela sabe
balançar a língua no meu grelinho e me levar ao êxtase… Safada:
- Aaaaai… Estou gozando, sua putinha… Delííícia!
Val apoiou os braços nas minhas coxas e descansou. Flagrei-a alisando os enormes melões… Até chupou os bicos! Fiquei looouca:
- Deixe-me chupar também?
Ela balançou a cabecinha dizendo que não… Disse-me ser só dela:
- Sua puta! (risos)
Val forçou minhas pernas e as abriu. Olhei-a. A bandida esfregou um
seio na minha vagina… Depois, o outro! Sentia o bico deslizando pelos
meus lábios e roçando-me no clitóris. Apertava o busto contra mim
forçando a entrada. Seios branquinhos… Quentes e macios! Suspirei de
excitação:
- Aaaaaaaaaai… Menina, você não tem jeito mesmo!
Em seguida, ela lambia os mamilos. Puxou os meus lábios da vagina com
a boca. Mordiscava-me! Roçava-me no grelo com seu polegar. Logo,
concentrou lambidas no meu clitóris inchado. O calor da sua boca sugando
meu botãozinho indefeso fez-me gozar novamente:
- Aaaaaaaaai… Você é demais!
Meu quadril tremia ao passo das contrações vaginais. Eu segurava meus
seios… Apertava-me nos bicos eretos! Contorcia-me, de olhos fechados,
tentando afastá-la do meio das minhas pernas. Minha boca estava tão seca
que eu não conseguia falar. Suada e descabelada… Indefesa perante a
minha secretária! Entre suspiros, notei que Val masturbava-se de quatro…
Safadinha! Eu queria chupá-la, mas precisava tomar fôlego. (risos)
Val lambia e enfiava dedos na sua xaninha lisa. Gemia e deixava-me
sentir seu bafo quente nas pernas. Voltou a esfregar seus lábios,
carnudos, na minha vagina. Eu delirava:
- O que você está fazendo comigo, menina?
- Estou fazendo o que mais gosto!
As minhas contrações deixavam-me refém da língua dela! Meu quadril
tremia e ela não deixava de me lamber. Invadia-me. Meu grelinho estava
muito sensível. Líquidos escorriam e ela saboreava-os! Suas mãos
seguravam-me nas coxas e as mantinham afastadas. Logo, dedos entraram e
delirei de prazer:
- Aaaai… Aaaaai… Estou gozaaaando!
Estava ofegante… Mas queria chupá-la. Val virou seu quadril e o
posicionou sobre meu rosto. Como é liiindo observá-la por baixo! Bumbum
branquinho, lisinho, macio, carnudinho e redondinho. Ânus indefeso.
Vagina rosadinha e molhadinha. Clitóris inchadinho e vermelhinho. Polpas
do bumbum arrepiadinhas. Seios apertando-me na barriga. Cabelos
escorridos nas minhas coxas lisas. Tocava-a no bumbum empinado e
deslizava minhas mãos macias, apertando-a. Sentindo-a. Observando-a
tendo contrações. Cheirando-a. Fiquei atraída pelos cheiros! O cuzinho
tinha cheiro de cu sem lavar. Lambi e esfreguei meus lábios… Gostoso!
Massageei-o com a ponta da língua e dos dedos. Ele piscava… Lindo!
(risos) A xaninha tinha cheiro de boceta sem lavar. Lambi e também
esfreguei meus lábios… Saborosa! Um leve sabor de xixi… Fiquei looouca!
Enfiei a língua e fiquei saboreando a fenda molhada. Salgadinha… Huuum!
Val gemia sem parar! Chupando minha boceta, quis afastar o quadril do
meu rosto frente contrações. Foi hora da minha vingança… Segurei-a pela
bunda e chupei seu grelinho até ela desmanchar-se! Saboreei os líquidos,
esbranquiçados e viscosos, das suas entranhas… Divinos! Seu grelinho
pulsava… Judiei! (sou cruel – risos) Logo, lambuzei o rostinho angelical
com meu melado:
- Aaaaaaai… Que delícia gozar sentindo o cheiro do seu rabinho, menina!
Ficamos quietinhas… Sentindo o momento de prazer! Val veio ao meu
encontro e beijamo-nos. Sentíamos cheiros e sabores, das nossas vaginas.
Respirações aceleradas. Seios apertando-se. Ela enfiou os dedos,
lambuzados da minha xana, entre nossos beijos de língua. Chupei-os e
também ofereci os meus. Valnice é carinhosa… Uma delícia fazer amor com
ela! Estou amando-a. Adoro ficar cheirando os dedos que introduzo nela.
(minha tara)
Ela pediu-me para que eu me sentasse sobre seu rosto. Meia nove.
Antes, levantamo-nos e ficamos de joelhos, sobre o colchão, nos
acarinhando. Colocava seus cabelos atrás das orelhas enquanto mordia,
carinhosamente, seu pescoço e chupava seus belos seios. Até no sovaco
minha língua passou! (adoro cheiros corporais naturais. Falo para ela
que se eu quisesse sentir cheiros de sabonete ou perfumes, não
precisaria estar com ela) Eu amo ficar abraçadinha com ela. Seu corpo é
tão quentinho… Deixa-me ainda mais looouca para saboreá-la! Val
deitou-se de barriga para cima e beijei-a de língua. Ela passava as mãos
na minha bunda e enfiava o dedo médio na minha xoxota. Mexia-o,
carinhosamente, sem tirar de dentro. Eu a apalpava nos seios e
lambia-os. Gemia e cerrava meus olhos. Val abocanhou-me nos seios que
balançavam. Que boquinha macia! Abri as pernas e ofereci a xaninha lisa
para o deleite da minha queridinha.
Val fartou-se! Enfiou-me dedos e língua. Peguei meu lubrificante
íntimo. Divertimo-nos. Meus cabelos escorriam nas coxas… Meus seios
pressionavam a barriga… E minha língua entrava e saia da bocetinha
cheirosa! Rosadinha, molhadinha e lisinha. Eu adoro cheiro e sabor da
boceta dela. Eu me encontro no lambe-lambe e chupe-chupe com ela. Ela me
desperta desejos e taras que nunca imaginei ter! Val dava tapinhas no
meu bumbum branquinho e enfiava o rosto no meu reguinho. Sentia a
superfície da língua deslizando do cuzinho até meu grelinho:
- A senhora tem bunda lisinha… Deixa-me à beira de um ataque de nervos… Eu deliiiro chupando a senhora!
Penetrava-me entre os lábios e sugava-me no grelinho. Urramos de
prazer! As minhas contrações tremiam-me no quadril. Eu sentia a língua
entrando e saindo da minha boceta e fazendo-me gemer como uma porca:
- Aaaaaai… Aaaaaaaaai…
Carinhosamente e com bastante lubrificante, enfiou dedos no meu
buraquinho enquanto judiava do meu clitóris com a língua. Fiz o mesmo
nela e nos deliciamos pela tarde toda. O lençol ficou úmido, amassado e
com cabelos caídos. Nossos corpos tinham marcas de batom. Cheirávamos
suor e líquidos das entranhas. Sinto muito prazer com Valnice. Adoro
ficar sentada na coxa dela e me esfregar. Mexo o quadril enquanto
acaricio o clitóris. Roço-o na coxa macia! Lambuzo-me. Depois,
inclino-me exausta sobre ela. Beijamo-nos e trocamos palavras de amor.
Olhando aquela bocetinha linda, não resisti… Esfreguei minha xaninha
nela. Xana com xana. Abri as pernas e encostei minha xoxota na dela.
Pressionei. É uma delícia sentir a umidade dela! Esfregar nossos lábios
duros e molhados… Nossos grelinhos inchados. Os lábios dela chegam a
penetrar-me na fenda. Enroscam nos meus… Sensação única! Abraçadas e nos
beijando… Acarinhando-nos… Apertando nossos corpos macios! Escutando o
coração pulsar. O corpo arrepiar. O quadril pressionar o outro. Ondas de
contrações tremerem nossos quadris e líquidos misturarem-se no clímax.
Como não poderia deixar de ser, passo minha língua na xaninha dela e lambo todo o meladinho branco. Val deliiira:
- Uau… Meu Deus… A senhora me mata de prazer!
Aprendo muito com ela. Estou dando importância aos meus sentimentos…
Valorizando-me! Na verdade, como em todas as relações, fazemos trocas a
todo instante. Valnice também está aprendendo comigo. Confessei-a:
- Eu amo sermos íntimas, querida! Sinto-me renovada e cheia de vida ao seu lado. Você me faz tão bem… Muito obrigada! Eu te amo.
- A senhora não precisa me agradecer… É um prazer estar na sua vida
íntima! Tenho a sensação de estar fazendo algo proibido e vivendo um
looouco amor! Eu também lhe amo.
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.
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